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terça-feira, 19 de julho de 2011

Iniciar da musculação

GENERALIDADES.
Termos e Definições para Musculação VOCABULÁRIO DE TREINO.
SÉRIES E REPETIÇÕES.
UM PROGRAMA é um plano de treino destinado a solicitar um ou vários grupos musculares.
Por exemplo, pode-se treinar os peitorais e os tríceps.
UM MOVIMENTO ou exercício é um gesto. Exemplo: o supino deitado, as elevações na barra fixa. O movimento é a unidade de base da série.
AS REPETIÇÕES variam consoante o objectivo procurado. São constituídas pela repetição sucessiva, sem descanso, de um mesmo movimento.
A SÉRIE é a sucessão destas dez, quinze, duas ou uma repetições. Num programa, podemos fazer como para o supino deitado com um único movimento :1 série de 15 repetições para efetuar um aquecimento do movimento.2 séries de 8 repetições.2 séries de 2 a 3 repetições1 série de 8 repetições.--------------------------------------------------------------------------------
O sucesso de um treino reside precisamente na mistura sutil das séries e repetições que, com a experiência, se aprende a gerir com mais ou menos entusiasmo.O treino de uma série por exercício será mais um treino em circuit training do que musculação pura.
Os iniciantes devem evitar forçar em demasia a musculatura.Recomenda-se que varie as repetições mudando também as cargas.As dores musculares poderão ser extremamente fortes no início, ao ponto de desanimar.

Disponível on line em Iniciar a musculação http://muscul.az.free.fr/pt/educatif/index.html

terça-feira, 12 de julho de 2011

O Treino: iniciação

Antes de dar continuidade a esta leitura recomendamos que leiam
 Como organizar o treino.
O Treino: iniciação
Está descobrindo a musculação por acaso, por necessidade, como complemento de outra atividade. Está cheio de entusiasmo e pronto para mover montanhas.
O objetivo principal é a consolidação do conjunto músculo-tendões.
CICLO 1O objetivo destas primeiras sessões será a adaptção do corpo sem causar demasiados danos. Se treinar demasiado a primeira vez, poderá ficar bloqueado com dores musculares durante os 3 ou 4 dias seguintes, arriscando-se a não querer repetir a experiência.
Limite a duração das suas sessões a 30 minutos, no máximo, durante 2 a 3 semanas, com três sessões de treino por semana.
Trabalhe todas as partes do corpo, em cada uma das sessões. Mesmo que um entendido lhe proponha trabalhar por grupos musculares tal como os profissionais, lembre-se de que é principiante.
Não execute "Específicos para bicípetes" durante a primeira sessão, caso contrário poderá não conseguir esticar os braços durante alguns dias.
CICLO 2
A parte mais cansativa e difícil a adaptação muscular terminou, vai poder começar a "trabalhar". Na parte "Programas", irá escolher um programa que ocupará as 3 sessões da sua semana.
Uma sessão pode chegar a durar uma hora, sem ultrapassar 1 h 30.
É proposto que trabalhe num ciclo de 9 semanas, com fases de recuperação.
Ao cabo destas 9 semanas, mude os exercícios.

É importante respeitar esta progressão, a fim de preparar o terreno, para um treino mais árduo.
Efectue 3 ciclos de 3 semanas antes de passar à etapa seguinte :
Para cada exercício, pode efetuar uma série de aquecimento de 15 repetições.
Em seguida, 4 séries de 8 a 12 repetições.
Disponível on line em O Treino: iniciação http://muscul.az.free.fr/pt/p_mois.htm

terça-feira, 24 de maio de 2011

Alimentação e humor

"Você é o que você come"
Será que o que você come afeta como você sente, pensa ou age?Durante muitos anos, os nutricionistas e outros cientistas viam o cérebro como relativamente impermeável aos caprichos das dietas alimentares. Somente sob condições severas de subnutrição acreditava-se que a dieta afetaria a química e o funcionamento do cérebro.Hoje já é reconhecido que substâncias resultantes da dieta podem influenciar a química do cérebro e afetar o comportamento. A dieta e o comportamento são conceitos baseados em assuntos complicados de neurofisiologia e bioquímica.
As células nervosas (neurônios) transmitem sinais através do cérebro e do corpo para regular o comportamento e as funções corporais, desde um simples andar a dar uma opinião especializada. Esses sinais passam de uma célula nervosa para outra por substâncias químicas chamadas de neurotransmissores. O que se come pode causar flutuações em algumas substâncias químicas do cérebro como a dopamina, norepinefrina e serotonina, que são associadas com mudanças no comportamento, no humor e na vivacidade mental. Os cientistas agora acreditam que os alimentos podem afetar como você se sente, pensa ou se comporta, ao afetar o cérebro de 3 maneiras:
A dieta fornece substâncias como os aminoácidos, para a síntese de vários neurotransmissores, que por sua vez, regulam o comportamento;
A dieta fornece ainda as vitaminas e sais minerais que assistem na síntese dos neurotransmissores;
Alguns aditivos e substâncias encontrados naturalmente nos alimentos, tal como a cafeína, podem afetar o cérebro, interferindo na comunicação entre as células nervosas ou alterando a síntese, a entrega, a estrutura ou função dos neurotransmissores.
A serotonina, uma substância neurotransmissora, é um bom exemplo da ligação dieta-comportamento. Ela ajuda a regular a sensação de dor, do apetite, do humor e do sono. Níveis elevados de serotonina são associados a melhora no padrão do sono. Baixos níveis de serotonina são encontrados em pessoas que têm um limiar baixo de dor, estão deprimidas ou sofrem de alguma forma de insônia. A serotonina é produzida de um aminoácido chamado triptofan, encontrado nos alimentos que contêm proteínas, tais como leite, queijos, carne vermelha, frango e peixe. Quando uma pessoa consome suplementos de triptofan, os níveis no cérebro desse aminoácido aumentam, e o cérebro produz mais serotonina.
Resultado: as pessoas deprimidas frequentemente experimentam uma melhora no humor; têm sensações reduzidas de dor; e as que sofrem de insônia, dormem melhor.
Também os alimentos ricos em carboidratos (frutas, massas, etc.) têm efeitos sobre a serotonina. Os carboidratos exigem a liberação da insulina. Esse hormônio aumenta o consumo de aminoácidos nos músculos e órgãos, mas tem um efeito muito pequeno sobre o triptofan. Como os outros aminoácidos estão "ocupados" em outro lugar, a proporção de triptofan no sangue, e consequentemente no cérebro, aumenta. O efeito de uma dieta rica em carboidratos nos níveis de serotonina pode explicar porque algumas pessoas têm sono após uma refeição que contém muita massa, doces.
Alguns estudos mostram que as pessoas se sentem sonolentas, relaxadas, e estão propensas a cometerem mais erros no trabalho, até 2 horas após consumir uma refeição rica em amidos ou açúcar, quando comparada a uma refeição rica em proteínas. Um aminoácido chamado tirosina, que é encontrado no ovo, carne vermelha, queijo, nozes, tem um efeito oposto ao do triptofan. A tirosina ajuda regular o humor e as emoções, a resposta ao stress e algumas habilidades como aquelas que precisam da coordenação mão-olho, tornando a pessoa mais alerta.
Resumindo, para um rendimento ótimo e vivacidade mental durante a tarde, deve se consumir uma refeição pequena no almoço, composta de proteínas e carboidratos equilibradas. A investigação sobre os efeitos dos alimentos no humor e no comportamento apenas estão começando. Embora pareça improvável que qualquer alimento comum consumido na dieta normal poderá alterar dramaticamente o comportamento, muitos alimentos podem influencias sutilmente como você se sente ou age. Da próxima vez que alguém comentar sobre seu bom ou mal humor; lembre-se do que você comeu na última refeição."Muitas pessoas têm problemas de peso não por causa dos alimentos que comem, mas pela inatividade que caracteriza seus estilos de vida."
Sabe-se já há algum tempo que a causa básica da doença cardiovascular é a arteriosclerose, uma condição na qual depósitos gordurosos nas paredes das artérias bloqueiam parcial ou totalmente o fluxo de sangue.
O colesterol é o primeiro contribuinte para esses depósitos. Normalmente, o corpo já produz todo o colesterol que precisamos. Mas, o excesso de colesterol, fornecido pela alimentação, principalmente aquela rica em carne vermelha, e produtos do leite, é depositado nas paredes das artérias. O acúmulo de colesterol pode levar a ataques cardíacos, derrames e pressão alta.
Há alguns anos atrás, um professor da Universidade de Kentucky, mostrou evidências de que os alimentos ricos em fibras, incluindo a aveia, poderia reduzir os níveis elevados de colesterol. Em experimentos com homens e mulheres, ele encontrou que 100 gramas de aveia diariamente, cortava os níveis de colesterol de 13 a 19%.
Outras pesquisas que se seguiram, mostram efeitos semelhantes, com redução dos níveis de colesterol em cerca de 20%, ainda mais quando ele era combinado com uma dieta prudente. Mas a melhor notícia é que isso reduz as chances da pessoa sofrer um ataque cardíaco em cerca de 40%, o que é muito significante se considerarmos o alto número de pessoas que sofrem ataques cardíacos por ano. Parece que a aveia tem dois efeitos sobre o colesterol: elimina-o do corpo, e impede o fígado de produzir mais essa substância. A aveia dá um melhor equilíbrio de nutrientes e mais proteínas de alta qualidade do que qualquer outro grão.Outros estudos científicos indicam que a aveia ajuda a baixar a pressão alta; ajuda a regular o açúcar no sangue e ainda suspeita-se que promova perda de peso, ao fazer as pessoas sentirem menos fome, diminuindo a absorção dos nutrientes e alterando o metabolismo do corpo.
Recentemente, uma substância chamada Beta Caroteno, foi elevada ao status de estrela entre os alimentos, pela descoberta de que ela pode combater o câncer, e pode neutralizar as reações tóxicas que minam as células e envelhecem o corpo. Ela é uma substância precursora da vitamina A, um nutriente vital à visão, reprodução e regulação do crescimento celular. Mais de 20 estudos científicos demonstraram que dietas ricas em Beta Caroteno podem reduzir o risco de câncer dos pulmões até 50%. O Beta Caroteno é encontrado nas frutas e vegetais com pigmentos amarelos e alaranjados, como na manga, mamão, nectarina, pêssego, batata doce, cenoura, abóbora, espinafre, pimentão vermelho, brócolis, etc.
O Instituto nacional do Câncer dos Estados unidos recomenda dieta que forneça cerca de 6 miligramas de Beta Caroteno por dia. Simplesmente, comendo mais frutas e vegetais dos acima citados, pode reduzir o risco de câncer dos pulmões, que já mata milhares de pessoas por ano.Equivalente Calórico das Substâncias Alimentícias. Esses valores são baseados em medidas diretas do calor despendido, do oxigênio consumido e do CO2 produzindo em indivíduos em descanso. A combustão de carboidratos e proteínas produz a mesma quantia de energia, cerca de 4 kcal/g.
ALIMENTO/EQUIVALENTE CALÓRICO
(Kcal/g) Gordura / 9.5
Carboidrato / 4.2
Proteína / 4.2
Por outro lado, a combustão de gorduras produz mais do que 2 vezes a energia dos carboidratos e proteínas: cerca de 9 Kcal/g. mas se considerarmos a quantia de oxigênio necessária para a combustão dessas substâncias verificamos que na combustão dos carboidratos é onde se produz a maior quantidade de energia.
ALIMENTO/EQUIVALENTE CALÓRICO (Kcal/lO2)
Carboidrato / 5.05
Gordura / 4.7
Proteína / 4.5
Nenhuma substância é mais abundante no corpo do que a água.
Cerca de 70% das substâncias corporais são compostas de água. Ela está envolvida em todas as funções das células, órgãos e sistemas. Os seres humanos podem viver muitos dias sem comer, mas morrerão em alguns dias se forem privados de água. Ela serve várias funções importantes no corpo: serve de material de construção para o protoplasma da célula; age como um poderoso agente ionizante; serve como um meio onde praticamente as reações metabólicas acontecem; providencia material para a evaporação e regulação da temperatura corporal; serve de veículo de transporte para nutrientes; produtos de eliminação e enzimas internas. Ela constitui cerca de 63% do peso total no homem e 52% do peso na mulher. Aproximadamente metade da água do corpo é intracelular, onde ela propicia um meio de suporte quimicamente ativo para reações metabólicas.A água extracelular (no plasma sanguíneo, fluindo intersticial ) compreende cerca de 20-22% do peso corporal e serve como meio de transporte dos gases respiratórios, nutrientes e do calor metabólico. Em relação ao exterior do corpo, a água é o veículo para eliminação de substâncias através da urina, fezes, suor e para remover o calor através da evaporação do suor das superfícies da pele. Embora as trocas de calor com o meio ambiente também ocorrem por radiação, condução e convecção, é principalmente através da vaporização das superfícies da pele que o calor excessivo é dissipado durante a atividade física vigorosa. Quando a temperatura corporal é elevada, o centro de termorregulação (hipotálamo) produz uma resposta de sudação. A evaporação subsequente da superfície da pele resulta em uma dissipação de calor altamente efetiva.No adulto a perda de água é em média de 2 a 2,5 litros por dia. A quantidade de suor pode exceder 1,8 litros por hora em exercícios vigorosos prolongados. A sede é o primeiro e o melhor indicador que o nível de água no corpo está diminuindo. Ela é usualmente sentida quando 2% da água corporal é perdida, portanto, sua ingestão é necessária. É geralmente aceito que a necessidade de beber á medida pela elevação da osmolaridade do fluido corporal para atender a deplecção de água (Astrand e Rodahl, 1970).
A elevação da osmolaridade também solicita uma secreção aumentada de hormônio antidiurético da pituitária, que por sua vez, atua sobre o fígado para conservar água pelo aumento da reabsorção através dos tubos renais. Apesar deste mecanismo de controle, quando os indivíduos suam muito e não restauram as perdas, uma desidratação equivalente a 5% do peso corporal pode ocorrer após horas de atividade no calor. Se a perda de água alcançar de 6 a 10% do peso corporal, o sangue se torna concentrado, o volume sanguíneo é substancialmente reduzido, a sudação diminui, e a temperatura pode subir perigosamente e a exaustão pela desidratação é eminente.No corpo humano a temperatura corporal é regulada abaixo de um nível crítico (41 Graus C ou 106 Graus F), acima do qual lesões sérias ou morte térmica podem ocorrer. Infelizmente o esfriamento evaporativo é conseguido às custas da deplecção dos depósitos de água no corpo (desidratação).
Em circunstâncias normais, o mecanismo da sede é adequado para manter o equilíbrio de água, principalmente quando se tem oportunidade de beber e comer à vontade.
Fonte: BARBANTI, VALDIR J. Aptidão Física Um Convite à Saúde. Editora Manole

sábado, 23 de abril de 2011

Flete ou estende o joelho!

Alongar adutoresadutores1

O grupo dos músculos adutores (curto, médio e longo), o pectíneo e reto interno são os responsáveis pela ação de adução da coxa. Todos têm origem na região da púbis e inserem-se ao longo do fémur, com exceção do reto interno cuja inserção salta o fémur para chegar até à tuberosidade medial da tíbia.

Se afastarmos a perna com o joelho fletido, localizamos o alongamento nos músculos adutores que apresentam a sua inserção no fêmur (os mais curtos e próximos da anca), mas se mantivermos o joelho em extensão conseguiremos alongar os músculos mais longos que se inserem na tíbia, sobretudo o reto interno juntamente com o semitendinoso (que se insere junto ao reto interno na pata de ganso) e semimembranoso.

1-Posição para alongar os adutores curtos que se inserem no fêmur.
2 -Com o joelho estendido para alongar os músculos adutores mais longos.adutores2
Fonte: Sportlife

terça-feira, 19 de abril de 2011

Fitness artigos e traduções











































domingo, 17 de abril de 2011

Veja os exames que podem ajudar a identificar o melhor treino e dieta para você

Também previnem doenças em consequência de possíveis excessos 
Quanto mais exames você fizer, melhor será sua montagem de treino e orientação adequada por um profissional da área. É o que aponta o profissional de educação física Luis Matsuda, da rede de academias JustFIT. 
 Pensando nisso, perguntamos aos especialistas quais os exames que podem nos ajudar a identificar os melhores treinos e dietas para o nosso perfil. Confira abaixo e, não esqueça: antes de qualquer coisa, consulte o seu médico. 

VO2 Máximo

 O VO2 Máximo é o ponto a que um atleta chega um pouco antes de os músculos se tornarem tão fadigados que ele seja forçado a interromper o exercício. E segundo o profissional de educação física Luis Matsuda, este teste é importante para conhecer melhor o atleta e ter uma maior precisão na hora de prescrever um programa de treinos.
  Natao (Foto: Getty Images)
O VO2 Máximo tem sido utilizado em quem pratica atividades que exigem maior esforço cardiopulmonar, como a natação (Foto: Getty Images)

 "Conhecer o limite de energia metabólica é fundamental para o processo de 'individualidade' na montagem de rotinas e treinos", comenta ele. Atualmente, o VO2 Máximo é um teste muito utilizado por pessoas que praticam atividades como corrida, lutas, remo, natação. "Atividades que exigem maior esforço cardiopulmonar", resume. 

Aferição do Lactado através do lactímetro 

O lactado é um composto orgânico produzido pelo organismo, utilizado como fonte de energia, e a sua concentração no sangue tem sido utilizada como parâmetro de condicionamento físico. Estes parâmetros têm sido utilizados por fisiologistas na avaliação da capacidade de exercício e controle de intensidade do treinamento físico de atletas.

 Exames (Foto: Getty Images)
   Para a análise do lactato basta uma gotinha de sangue em uma fita reagente e o aparelho lactímetro faz a aferição (Foto: Getty Images)

 O exame é simples. "Para a leitura da concentração sanguínea de lactado, usamos o aparelho lactímetro. Este analisa a concentração de lactato em uma gota de sangue, colocada em uma fita reagente", explica o nutrólogo esportista Alfredo D. Landeau Bobadilla.

 Bioimpedância 

O profissional de educação física Luis Matsuda afirma que o exame avalia com alta precisão a composição corporal. "Através deste exame temos condições de traçar metas e objetivos específicos para cada indivíduo, sendo uma rotina de treino ou uma dieta recomendada por um nutricionista", explica ele.
Os principais resultados deste tipo de exame são composição corporal (porcentagem de gordura em relação à musculatura); diagnóstico de obesidade (IMC - Índice de Massa Corporal e RCQ - Relação Cintura-Quadril); massa magra segmentar (mostra a distribuição muscular e o equilíbrio de seu desenvolvimento); gordura segmentada (a quantidade de gordura em cada segmento é cuidadosamente estimada para o controle apropriado da gordura localizada); água corporal; e a Taxa Metabólica Basal (TMB - quanto você gasta em calorias por dia)

 Avaliação nutricional

 É através dessa avaliação que será possível definir o equilíbrio entre as necessidades energéticas e a ingestão de alimentos. "Avalia o estado de saúde, os riscos de deficiências nutricionais, o crescimento e desenvolvimento dos indivíduos e propõe a elaboração de dietas a orientação e acompanhamento nutricional", lista Luis Matsuda. Segundo o profissional, esse exame permite realizar a combinação perfeita de atividade física e um boa alimentação. 
 Exames (Foto: Getty Images)
A avaliação nutricional permite realizar a combinação perfeita de atividade física e um boa alimentação (Foto: Getty Images)

 Calorimetria indireta 

O exame calcula a quantidade de calorias diárias que o organismo gasta em estado de repouso, que é determinada pelo consumo de oxigênio e pela produção de gás carbônico. Este pode ser o melhor método disponível para indicar a necessidade energética do paciente, e também é de grande importância para o trabalho de promoção do ganho, da perda ou da manutenção do peso. 
"O aparelho calcula com precisão quantas calorias o corpo está 'queimando' naquele momento. Cada pessoa tem a sua própria taxa metabólica de repouso. Duas pessoas com mesma idade, sexo, peso e altura provavelmente terão metabolismos energéticos diferentes explica o nutrólogo esportista Alfredo D. Landeau Bobadil
Fonte: GNT

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